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sábado, 30 de junho de 2012

O pai, as filhas, o advogado, e o capeta.

Nessa noite, por volta das 19:20 hs, ao chegar a casa onde minhas filhas moram, afim de retomar meu direito paternal, readquirido via judicial conforme ata de audiencia abaixo, apos ferrenho embate, onde a mãe de minhas filhas bateu boca com o mm.juiz.






 fui recepcionado por uma platéia, composta pela mãe, avo e uma vizinha, e por vizinhos que chegaram atrasados.

 Bem, vamos organizar essa dramaturgia. Às 11:40 hs deixei na casa onde minhas filhas moram uma lista dos pertences que necessitaria quando fosse buscá-las as 19hs, conforme acordado judicialmente. Nesta lista constavam roupas, calçados, dentre outros. Por volta das 12 hs recebi msg: "pai, não queremos ir, pois temos compromisso." pelo assunto entendi ser msg da Deborah, mas não respondi, encaminhando a mesma para o advogado tomar ciência. Enquanto aguardava o advogado Rômulo Fernando Matos, em frente ao fórum do Gama, liguei pra mãe delas informando que iria atrasar uns dez minutos. La chegando, estacionamos frente a casa,

e na varanda assentada estava a platéia.
 Liguei, ainda no carro, o tablet no modo gravação, e sai. O portão foi aberto e esperaram eu entrar logico que nao entrei, se entrasse estaria entrando no território inimigo, e permanecendo na rua estaria em terreno neutro. A avó insistiu, mas não entrei, pedindo que as meninas saíssem ao meu encontro no portão. Elas hesitaram em sair, mas foram induzidas a isso, principalmente pela exigência que fiz em que me obedecessem. O Dr. Rômulo Fernando Matos posicionou-se do outro lado rua, encostado num poste, do outro lado da calcada, e ficou observando; quando as meninas vieram ao meu encontro, a mãe, empunhando uma filmadora, passou a filma ou fotografar-nos, depois de alguns momentos de filmagem, voltou e sentou- na plateia.
Uma vizinha que lá estava veio acompanhando as meninas, de mãos dadas com elas. Ao aproximarem-se, as meninas vinham como que forcadas, mas vieram. A vizinha disse- lhes q me dessem u. Abraço, mas aproximaram-se mantendo distancia, mal encostando- se em mim. Elas estavam reticentes... O contrario do que aconteceu no atendimento presenciado por psicóloga e assistente social que nos atenderam por recomendação do Juiz Olair Sampaio, que já conhece bem o caso. A dita vizinha perguntou se poderia conversar comigo, eu neguei, afirmando que  queria conversar a sós com minhas filhas, e ela insistiu, mas mantive o a determinação de ficar a sós, e somente assim ela afastou-se.

 Assentamos-nos numa mureta na calcada e passamos a conversar. Deborah foi quem mais falou. A voz de Esther sequer foi ouvida. Tentei explicar que a separação ocorrida foi entre eu e a mãe dela, e não ente nos, pai e filhas. Deborah tentou falar e justificar o porquê  de não querer ir, alegando compromissos sociais festinhas de coleguinhas, atividades da igreja e necessidade de estudar. Apresentou vários argumentos que deram a entender que estavam decidias a não irem.

 Nisso chegou o vizinho e a esposa que moram ao lado. Os cumprimentei tivemos breve conversa, e logo entraram. Após algum tempo a vizinha retornou e entrou para estar com a mãe, avó e a vizinha primeira. Prosseguimos a conversa, e logo dois o vizinho que chegara antes entrou também e tomou lugar junto a platéia.

 Conclui a conversa dizendo às meninas que se elas fossem comigo de boa vontade as coisas se resolveria mais facilmente, inclusive sem causar preocupação para avó delas, que já esta com a saúde abalada. Disse-lhes que entrassem, pegassem os pertences e fossemos pra casa. Imediatamente Esther sai correndo para dentro. E entao o mal se manifestou...


 Aconteceu uma  coisa que ate agora não entendi . Foi como que milagrosamente: de repente me vi cercado pela platéia, a Luciana com a filmadora iluminando meu rosto, acusando-me frente aos vizinhos. Em meio aquela confusao, e senti uma mão me puxando. Olhei para ver o quem era, e vi


 o Dr. Rômulo me tirando do meio daquela muvuca ordenando que eu entrasse no carro, e a avo querendo falar comigo, e
Luciana aos berros,

  acusando de ter sumido por 4 anos, não ter aparecido mais, e a vizinha numero um querendo falar como advogado e a Luciana esbravejando, a avó implorando pra ser ouvida, o advogado me puxando  pro carro, eu tentando dar atenção a avó por considerá-la, e a Luciana com a filmadora


me ofuscando avista,  e já não via mais as meninas.... E por fim o advogado empurrou-me forçosamente para dento do carro


                                           e gente insistindo em falar, e falar,  mas  fechei o a janela,

 e Luciana dizendo que iria chamar a televisão, e os vizinhos na rua observando o espetáculo. Luciana continuou falando, e dizendo que eu não queria conversar la com ela, e que o juiz também não quis ouvi-la; ele fechou a porta me mandou sair e saiu  logo atrás.

 Em conversa posterior, o Dr. Romulo disse que quando eu me virava para falar com Esther, a Deborah olhava pra mae, como se tentasse passar ou receber alguma informaçao.

 E foi assim a primeira tentativa de retomada de meu direito de paternidade. 

 E aqui estou as 3 hs da manhã, perdi o sono e resolvi relatar o ocorrido enquanto as informações estão recentes.

 Pergunto:
alienação parental é ou não coisa do cão?

Atenção! Este texto é um racunho, sujeito a correçoes ortograficas, gamaticais e tambem acrescimo de outros dados que me fugiram a lembrança.